Adido da Itália confirma potencial do CI / UFPB para cooperação com universidades italianas

março 27, 2017

O adido científico da Itália no Brasil, Roberto Bruno, afirmou que há uma grande abertura para o intercâmbio técnico-científico entre pesquisadores do Centro de Informática (CI) e das demais unidades de ensino da UFPB com universidades italianas. Na manhã de sexta-feira, 24, ele esteve no auditório da UFPB Virtual, campus I, conversando com a comunidade universitária sobre a “A política de cooperação acadêmica e científica da Itália no Brasil”. A sessão foi aberta pelo diretor do CI, Hamilton Soares, que, na ocasião, deu as boas-vindas ao convidado.

O integrante do corpo diplomático da Itália ressaltou que a política da embaixada visa fortalecer os acordos bilaterais com o Brasil, país com o qual já tem laços de cooperação bastante sólidos, conforme observou. Em sua apresentação, ele informou que apenas entre universidades brasileiras e italianas, o total de convênios formalizados já passa de novecentos.

Ao abordar sobre os setores considerados prioritários para a cooperação científica e tecnológica entre as duas nações, Roberto Bruno citou áreas como Inovação, Nanotecnologias, Novos materiais, Ciências agrícolas, Agroenergia, Tecnologias de alimentação, Biologia ambiental, Física, Astrofísica e Aeroespacial.

Destacou que a embaixada não dá suporte financeiro a projetos, mas atua como facilitadora na intermediação de acordos entre as instituições e empresas de ambos países. Uma das linhas de ação da embaixada tem sido o fomento ao intercâmbio de pesquisadores em cursos de pós-graduação na Itália e no Brasil.

Ele informou que há oportunidades para pesquisadores brasileiros em programas de agências de pesquisa da União Europeia, citando como exemplo o Erasmus Mundus e o projeto Marie Curie, voltado à formação de professores universitários. Dentre as agências de pesquisa italianas que financiam estudos e projetos ele elencou o Conselho Nacional de Pesquisa (CNR) , que inclui a Agência para a Promoção da Pesquisa Europeia (APRE), e a Energia Nuclear e Energias Alternativas (ENEA).

Observou, também, a existência de bolsas de estudo financiadas por empresas como a italiana Fiat e também a empresa TIM, do ramo de telefonia.

FONTE: Assessoria de Comunicação do CI