O que é a Extensão?

A extensão é um processo educativo, cultural e científico promovido por universidades para estabelecer uma relação com outros segmentos da sociedade. É um modo de a universidade realizar e participar, em conjunto com outros setores da sociedade, de programas e projetos que promovam o desenvolvimento regional e sociocultural.

 

Quais os tipos de ações extensionistas?

  • Cursos, palestras e conferências;
  • Cursos de ensino a distância;
  • Cursos de verão, ou sazonais;
  • Viagens de estudo;
  • Ações Cívico-Sociais;
  • Apresentações musicais, teatrais e feiras;
  • Campanhas orientativas e assistenciais;
  • Programas e eventos culturais e esportivos.

 

Como participar das ações extensionistas?

Para participar das ações extensionistas como bolsista o aluno deve aguardar o período de seleção e se inscrever de acordo com as normas especificadas no edital, caso queria ser voluntário, ele pode procurar um docente extensionista vinculado ao projeto desejado para discutir as possibilidades e requisitos para unir-se a equipe deste.

 

Quem pode participar das ações extensionistas?

Discentes, docentes e servidores técnicos.

 

Quais as vantagens da extensão?

  1. Difusão e socialização do conhecimento detido pela área de ensino;
  2. Difusão e socialização dos novos conhecimentos produzidos pela área de pesquisa;
  3. Conhecimento da realidade da comunidade em que a universidade está inserida;
  4. Possibilidade de diagnosticar necessidades de pesquisas e outras ações;
  5. Prestação de serviços e assistência à comunidade;
  6. Fornecimento de subsídios para o aprimoramento curricular e criação de novos cursos;
  7. Fornecimento de subsídios para o aprimoramento da estrutura e diretrizes da própria universidade na busca da qualidade;
  8. Facilita a integração ensino-pesquisa-extensão;
  9. Possibilita a integração universidade-comunidade;
  10. Possibilita a comunidade universitária conhecer a problemática nacional e atuar na busca de soluções plausíveis.

 

Assessoria de Extensão do Centro de Informática

Assessor(a) de Extensão: Danielle Rousy Dias da Silva (danielle@ci.ufpb.br)

Bolsista da Assessoria: Matheus Araujo da Silva (matheus.as2101@gmail.com)

E-mail da assessoria: extensao.ci.ufpb@gmail.com

 

Links Importantes

Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários: www.prac.ufpb.br

Siga Eventos: sigeventos.ufpb.br

SigProj: sigproj1.mec.gov.br

 

Ações Extensionistas do Centro de Informática:  

 

1. Women in Engineering: Inspirando Meninas nas Ciências Exatas

Analisando o índice de desempenho das ciências exatas no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, pode-se observar as dificuldade dos estudantes de ensino médio, principalmente de escolas públicas, nas disciplinas de matemática, física e química. Isto é provocado comumente, por uma carência em assuntos anteriores e pela repetição sistemática de aulas teóricas, que contribuem para um método de ensino e rotina escolar exaustiva, dificultando gradativamente a aprendizagem dos estudantes. Associado a isto, estereótipos de gêneros são construídos na sociedade de modo a disseminar ideias de que meninas sejam inaptas a seguirem carreiras em cursos na área de ciências exatas. Devido a isto, há poucas meninas ingressantes nestas áreas. A fim de promover mudanças nesse cenário e melhoria na qualidade de ensino para as alunas do terceiro ano do ensino médio, este projeto de extensão tem por finalidade, proporcionar aulas e atividades práticas sobre eletricidade básica, química inorgânica e matemática fundamental e financeira. Vislumbrando a possibilidade de concretizar o conhecimento adquirido nas aulas teóricas serão ministradas palestras sobre fontes alternativas de energia e demonstração de forma lúdica com o auxílio de kits educacionais. Para instigar o interesse das meninas em pesquisas científicas e tecnológicas aulas de programação em arduino associados aos kits didáticos serão oferecidas. Assim as estudantes se entusiasmarão em aprender os assuntos abordados durante o ensino médio, concomitante a deficiência inicial deverá ser minimizada, uma vez que será possível o estudo por meio da observação e análise dos fenômenos (físicos, químicos e matemáticos). Por fim, serão realizadas visitas técnicas, para tornar o conhecimento adquirido ao longo da execução deste projeto mais concreto.

Coordenador(a): Camila Mara Vital Barros (camila.barros@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Stefannie Ferreira da Silva

Marismar da Costa Silva

Smith Lima da Silva

Sarah Andrade Toscano de Carvalho

Marilia Karla Soares Lope

Diego Patrício de Araujo Alexandre

 

2. Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas: Levando Soluções Computacionais para Problemas da Comunidade Interna e Circunvizinha

Praticamente a computação pode ser uma grande aliada na resolução de vários problemas de automação através do desenvolvimento de sistemas. Porém, o acesso pela comunidade dessas soluções nem sempre é possível devido a expertise exigida e aos custos de desenvolvimento. Paralelamente a este cenário, é consenso na academia a importância de promover a aprendizagem dos estudantes a partir de atividades práticas provenientes de problemas reais. Muitos cursos de graduação já designam essa prática como elemento curricular obrigatório e diluído em vários componentes curriculares. Esse é caso dos cursos relacionados à saúde. Porém, os cursos de Ciência da Computação, Licenciatura em Computação, Matemática Computacional e Engenharia da Computação precisam melhorar bastante nesse aspecto. Apesar de estabelecer uma grade curricular que contemple uma boa aprendizagem e capacidade de resolver problemas de forma computacional, os estudantes nem sempre tem como aplicar esse conhecimento em práticas para resolver problemas reais. Mesmo as disciplinas de estágio como componente curricular obrigatório é insuficiente para promover a prática necessária para junção dos conhecimentos adquiridos durante o curso, o que de certa forma, distancia a preparação do estudante a realidade do mercado. Pensando nesse cenário, esse projeto tem como objetivo a construção de um laboratório piloto de desenvolvimento de sistemas em que o estudante regularmente matriculado poderia vivenciar a prática do desenvolvimento de produtos no intuito de resolver problemas reais da comunidade, especialmente, a comunidade interna, tendo como resultados produtos utilizáveis por usuários reais.

Coordenador(a): Danielle Rousy Dias da Silva (danielle@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Gabriel da Silva Belarmino (bolsista)

Rhenan Castelo Branco Cirilo Carvalho (bolsista)

Vinicius Guedes da Silva (bolsista)

Francisco Ribeiro dos Santos Junior

Karine Heloise Felix de Sousa

Dayane Felix de Freitas

Luis Victor Palhano de Sa Braga

Luiz Alexsandro Ferreira de Vasconcelos Junior

 

3. Pensamento Computacional no auxílio das aulas de Robótica na EEEFM José Lins do Rego – Pilar

Este projeto busca produzir técnicas e materiais, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Lins do Rego – Pilar, para o aprendizado dos conceitos básicos de Computação e a efetiva utilização dos Kits de Laboratórios de Robótica pelos professores e alunos desta instituição. Aproximar os discentes da Universidade Federal da Paraíba na construção de objetos de aprendizagem para a iniciação dos alunos da escola estadual com os conceitos do Pensamento Computacional, além da análise da possibilidade da montagem os Kits de Robótica para o ensino destes conceitos, além disto, acompanhar os alunos na montagem dos robôs, de forma a movimentar e efetivar o uso dos Kits e do laboratório de Robótica.

Coordenador(a): Gilberto Farias de Sousa Filho (gilberto@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Bruna Karine de Oliveira Pinto Lucena (bolsista)

Franklin Anthony Ramos Coelho

 

4. Oficinas de Programação para Meninas do Ensino Médio: Estimulando o Interesse Pela Computação

Embora o número de mulheres que ingressam, se matriculam e concluem a graduação no Brasil seja maior do que o número de homens, a preferência dos cursos escolhidos pelo público feminino fica restrita às áreas de humanas e saúde. Já o público masculino tem preferência pelas engenharias e cursos relacionados à tecnologia, como é o caso da Computação. Na Paraíba, os cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e Engenharia da Computação da UFPB em João Pessoa apresentam uma predominância masculina, sendo 13% de mulheres contra 87% de homens, evidenciando a baixa presença feminina e reproduzindo as relações de gênero que são características das áreas de ciência e tecnologia. Uma das dificuldades do ingresso de mulheres na área de Computação é que, em geral, elas não se sentem aptas nem capazes de lidar com a tecnologia. Desse modo, este projeto pretende atuar na educação de jovens alunas do ensino médio, promovendo através das Oficinas de Programação o desenvolvimento do raciocínio lógico e conceitos de programação de computadores. Através de um contato real com a área de programação, o projeto objetiva ser um agente transformador que atraia a atenção das alunas do ensino médio, possibilitando que elas possam conhecer de forma mais abrangente a carreira, antes das suas escolhas para o vestibular.

Coordenador(a): Giorgia de Oliveira Mattos (giorgia@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Luyza Ellen Domingos do Nascimento (bolsista)

Ana Flavia Silva Aragão Moura

Andrea Brito do Nascimento

 

5. Ensino de Informática Básica para idosos

O presente projeto de extensão pretende dar continuidade aos cursos de informática para idosos, mantidos pelo Núcleo Integrado de Estudos e Pesquisas da Terceira Idade (NIETI). Nesta fase está prevista a realização de duas turmas de até 25 alunos cada. Os cursos são gerenciados pelo NIETE, com conteúdos relacionados ao aprendizado da informática básica, abordando conteúdos que vão desde a introdução do computador até navegação na internet, objetivando promover uma maior integração do idoso à sociedade por meio de conteúdos de informática e também uma melhoria na qualidade de vida da pessoa na terceira idade. Espera-se, ao final do projeto, a formação de até 30 idosos aptos a usar os conhecimentos transmitidos no dia a dia e a produção de um material didático com os conteúdos do curso que servirá como apoio nesse e em outros projetos relacionados.

Coordenador(a): Valdecir Becker (valdecir@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Francisco Ribeiro dos Santos Junior (bolsista)

Jaqueline Donin Noleto

 

6. Utilização da Plataforma Arduino no Suporte ao Ensino de Noções sobre Sustentabilidade

No ambiente educacional, cada vez mais se torna necessária a integração de tecnologia no processo de aprendizagem dos alunos. Esta tecnologia voltada à educação pode ser utilizada, por exemplo, no ensino de noções sobre sustentabilidade e no auxilio à formação de jovens mais conscientes sobre questões do ambiente em que vivem e de como melhora-lo. Este projeto se enquadra neste contexto. Ou seja, integrar tecnologia e educação no combate à degradação ambiental. No nosso projeto, esta integração vai ser realizada por meio da plataforma Arduino, a qual dispõe de diversos dispositivos eletrônicos e um ambiente de programação, permitindo que alunos especifiquem e implementem soluções direcionadas ao tema sustentabilidade, enquanto também desenvolvem capacidades como raciocínio lógico e importância do trabalho colaborativo.

Coordenador(a): Clauirton de Albuquerque Siebra (clauirton@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Francisco Erberto de Sousa (bolsista)

Vinicius Guedes da Silva

 

7. www.BMC: mostrando a Matemática Computacional da UFPB para o mundo através da internet

Este projeto de extensão visa a criação de um website institucional multilíngue para o curso de graduação intitulado Bacharelado em Matemática Computacional, atualmente oferecido pelo Centro de Informática – CI, e será executado por meio do laboratório HEFESTO, a fábrica-modelo de hardware/software do CI. Como parte de um conjunto de ações propostas para o melhoramento da visibilidade, aderência e popularização do curso nas comunidades interna e externa da UFPB, o projeto pretende desenvolver um canal de comunicação que apresente o curso em âmbito mundial através da internet por um portal exclusivo que, além de meramente informar o público, produza efeitos benéficos ao CI e à instituição em termos de gestão, planejamento e marketing estratégico, competitividade acadêmica e presença nacional.

Coordenador(a): Gustavo Charles Peixoto de Oliveira (gustavo.oliveira@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Luiz Fernando Fonseca Pinheiro de Lima (bolsista)

Franklin Anthony Ramos Coelho

Italo Alixandre Alves

Matheus Henrique Raposo Dantas

Wesley Ribeiro Farias de Araujo

 

8. Capacitando alunos da rede pública de ensino para participação na olimpíada brasileira de robótica (OBR)

A Robótica têm desempenhado papel fundamental no mundo moderno, e, como qualquer avanço tecnológico, impactam tanto na organização social quanto na vida de todas as pessoas. À medida que novas tecnologias são introduzidas, é cada vez mais importante adaptar-se a essa nova realidade, seja para manter-se no mercado de trabalho ou para impulsionar o estudo da área. Segundo Angonese (2012), a educação básica tem sido uma das principais preocupações do governo brasileiro e de outros países. Nesse sentido, podemos destacar a robótica como uma ferramenta para estimular o aprendizado em prol de uma educação melhor. Partilhando a ideologia de inclusão do jovem estudante no mundo da Robótica, acontecem com certa frequência, não só no estado da Paraíba, mas em todo o Brasil e no mundo, eventos relacionados a Robótica. Anualmente, ocorre a Olimpíada Brasileira de Robótica – OBR, dividida em etapas regional e nacional, esta que, no ano de 2018, tem sede em Minas Gerais. Além disso, o estado da Paraíba, em particular a cidade de João Pessoa, vem obtendo grande destaque na área devido ao incentivos e trabalhos feitos, sediando, em 2014, a principal competição mundial de Robótica: RoboCup. O presente projeto é, inclusive, fruto desse esforço em fomentar a Robótica no âmbito regional, onde, após os excelentes resultados do PROBEX no ano de 2015, recebendo o Prêmio Elo Cidadão 2015, os alunos da EEEFM Renato Ribeiro Coutinho foram medalhistas da OBR na modalidade teórica, o que nos motivou a expandi-lo, possibilitando o desenvolvimento de um robô utilizando o conhecimento aprendido em sala e, consequentemente, a participação da modalidade prática. Visando a especialização dos jovens que irão participar da OBR, o presente projeto, intitulado ​Treinamento para Olimpíada Brasileira de Robótica, proporciona aulas gratuitas de cunho prático e teórico. As aulas são ministradas no Centro de Informática da UFPB por graduandos do curso de Engenharia de Computação, onde, dada a experiência dos autores nessas competições, são simuladas todas as casualidades enfrentadas em um ambiente próximo do ambiente da competição. Além disso, outra ambição do projeto é permitir aos alunos o contato com o ambiente universitário, visando trazer uma experiência extraclasse que acaba por motivar sua participação ativa, enriquecendo não só seu currículo escolar, mas também possibilitando uma formação de qualidade para futuros profissionais de carreiras tecnológicas. A fim de alcançar esses objetivos, o projeto foi divido em duas etapas: ensino teórico e ensino prático. Na etapa do ensino teórico destacamos a preparação do material didático, processo seletivo e uma série de aulas e provas abordando o conteúdo programático, além da aplicação dos conceitos aprendidos através da utilização de kits de robótica. A atuação dos alunos durante as aulas demonstra que os objetivos foram alcançados, visto que estão desenvolvendo um pensamento crítico a respeito dos assuntos estudados e despertando interesse em robótica, engenharia e outras áreas tecnológicas. Além disso, o ótimo desempenho dos alunos nos simulados e na prova teórica da OBR, bem como melhoria em áreas correlatas, como as disciplinas exatas, provam a importância do presente projeto.

Coordenador(a): Vitor Meneghetti Ugulino de Araujo (vitor@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Igor Souza Vaz (bolsista)

Joao Gabriel Soares de Melo

Thiago Paulino Silva Galindo

 

9. Robótica Educacional e Pensamento Computacional

Devido ao sucesso deste projeto no Instituto de Educação da Paraíba – IEP busca-se dar continuidade à ação, iniciada em 2016, para a efetiva utilização dos Kits de Laboratórios de Robótica procurando envolver cada vez mais alunos e professores Os discentes da Universidade Federal da Paraíba auxiliam aos alunos e professores do IEP na utilização/implementação/montagem e programação dos Kits de Robótica. Também auxiliam os professores na vinculação de assuntos de matemática e física à montagem de algum dos Kits de Robótica, companhando e supervisionando os alunos na montagem dos robôs, e programando visitas à industrias/empresas que utilizam automação robótica em seus processos, para que seja possível vincular teoria, prática e observação de casos reais. Os alunos também serão preparados para participar das competições de Robótica que irão ocorrer este ano, tais como: OBR e TJR. Também será feita a junção do Pensamento Computacional a tudo o que já foi trabalhado, pois o pensamento computacional visa a resolução de problemas, projeção de sistemas e compreensão do comportamento humano, através da extração de conceitos fundamentais da ciência da computação.

Coordenador(a): Elizabet Maria Spohr de Medeiros (elizabet@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Asley Ingrid Fernando Bezerra da Silva (bolsista)

Ana Carolina de Sousa Andrade

Dayvidson Ribeiro de Oliveira

Nayara Xavier de Melo Alves

 

10. Curso Preparatório para Olimpíadas Brasileiras de Informática

A Olimpíada Brasileira de Informática OBI, é um evento nacional, de periodicidade anual, que envolve alunos do Ensino Médio e Fundamental, a exemplo de outras Olimpíadas como as de Matemática, Física e Robótica. É importante que as escolas públicas e privadas do município de João Pessoa tenham suporte à participação de um evento deste porte, principalmente devido ao crescimento das áreas relacionadas a TI, movimentado cerca de 170 bilhões de dólares em 2017. Por isso a atração de alunos para as áreas de informática é de grande importância para o desenvolvimento econômico e social do país e isto é possível através do nosso Curso Preparatório para OBI. Vale destacar a experiência positiva que nossa equipe tem obtido com a realização deste curso, chegando a olimpíadas internacionais e trazendo medalhas para a UFPB e o Brasil, além de diversos prêmios como o prêmio Elo Cidadão 2016 e 2017 e o agradecimento pela contribuição para sociedade dado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Coordenador(a): Eudisley Gomes dos Anjos (eudisley@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Victor Batista Maia (bolsista)

Joao Gabriel Soares de Melo

Jansepetrus Brasileiro Pereira

Luiz Fernando Fonseca Pinheiro de Lima

Cinthya Ponce Leon Vital

Mateus Fonseca Henriques

Jaqueline Donin Noleto

Renata Marques Nobrega

Lucas Nogueira Nobrega

Jose Eugenio Carvalho de Souza

 

11. Bússola Digital: Detecção da Iminência e Prevenção da Violência contra a Mulher em Escolas do Estado da Paraíba

O principal objetivo deste projeto é a criação e a implantação de um instrumento computacional digital “Bússola Digital” que permita a denúncia de iminência de violência contra a mulher nas escolas de Ensino Médio da Paraíba. Através de fatos registrados pelas alunas, a ferramenta digital irá mostrar os diversos níveis de violência, podendo variar desde o nível de cuidado (indicado por ofensas, piadas de mau gosto, humilhação, por exemplo) até o nível de perigo extremo (indicado por ameaças com objetos ou armas, ameaças de morte, abuso sexual, por exemplo). A denúncia chegará diretamente à coordenação pedagógica da escola, que então tomará as devidas providências, orientando as alunas. Esta ferramenta computacional estará disponível através de site na Intranet da escola. A ferramenta intitulada Bússola Digital será desenvolvida em parceria com a Escola Estadual de Ensino Médio Estudante Rebeca Cristina Alves Simões, cujo nome provém de uma aluna que sofreu violência em 2011(estupro seguido de morte). O desenvolvimento acontecerá conjuntamente com os docentes e as alunas das escola, proporcionando o envolvimento de toda a comunidade escolar. Visto que esta escola oferece o Ensino Médio Integrado direcionado para a formação na área técnica com cursos de Informática para Internet e Programação de Jogos Digitais, temos certeza de que a parceria será bem sucedida. Adicionalmente, a equipe da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) irá capacitar o grupo da escola nas tecnologias específicas a serem aplicadas para o desenvolvimento da ferramenta a ser disponibilizada em um site. O projeto Meninas na Computação trabalha com esta escola desde o ano de 2014, ministrando cursos de programação e oficinas de capacitação em Informática. Para esta proposta de projeto PROBEX que também é encabeçado pelo grupo Meninas na Computação, criamos uma equipe de desenvolvimento denominado Mosqueteiras contra a Violência, a fim de gerar uma identidade para o combate à violência em nosso grupo. Assim, as cartas de apoio mencionam as “Mosqueteiras contra a Violência”. Após o seu desenvolvimento e implantação na escola citada, a iniciativa será replicada nas demais escolas estaduais de ensino médio do Estado da Paraíba, de acordo com o compromisso firmado pela Secretaria de Estado da Educação da Paraíba.

Coordenador(a): Josilene Aires Moreira (josilene@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Chaenne Carolina Pessoa Nunes de Oliveira (bolsista)

Sanny Alves de Sousa

 

12. Lâmpadas Fluorescentes Econômicas Descartadas: reutilização, preservação do meio ambiente, sustentabilidade e inserção social

Dados de 2013, de acordo com a Associação Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), o Brasil produz mais de 240 mil toneladas de lixo por dia. Segundo a revista Exame, em 2014, apenas 13% desse material é reciclado. Quando comparado às taxas européias, fica claro que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer. De acordo com a Associação Empresarial para Reciclagem, em 2013 o Brasil produzia mais de 240 mil toneladas de lixo por dia. Segundo a revista Exame, em 2014, desse volume, apenas 13% é reciclado. Comparando esse percentual às taxas européias, fica claro que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer. Em João Pessoa iniciativas empresariais estão contribuindo para melhorar nossos índices. Contudo, apesar dos excelentes exemplos de coleta seletiva para destinação correta dos descartes, ainda é incipiente a reutilização do descarte  eletrônico. Focando apenas o segmento do descarte de lâmpadas fluorescentes, a proposta deste projeto é desenvolver uma metodologia sustentável de reutilização de lâmpadas fluorescentes descartadas para reduzir a agressão ao meio ambiente, produzir oportunidades de geração de renda e capacitar equipes que efetuam reciclagem. Para atingir esse objetivo maior, empresas que atuam no segmento de reciclagem de descarte de material eletrônico serão os potenciais parceiros na execução deste projeto de extensão. Para a reutilização das lâmpadas descartadas, modificações serão efetuadas para permitir o seu reuso. Serão promovidas palestras para conscientização e orientação da comunidade acadêmica quanto à produção e descarte adequado do lixo tecnológico. Serão efetuados treinamentos das equipes/empresas parceiras do projetos na metodologia elaborada para permitir a autonomia, a autossustentabilidade desse processo.

Coordenador(a): Mardson Freitas de Amorim (mardson@ci.ufpb.br).

Alunos(as):

Leandro Mendes dos Santos (bolsista)

Alexandre Rodrigues Lopes Filho

Antonio Jonas Goncalves de Oliveira

Diogenes Fernando Xavier de Andrade

Gustavo Eraldo da Silva

Jordy Allyson de Sousa Lima

José Gabriel Batista Neto

Thales Monteiro Soares